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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

AMITYVILLE 3 – O DEMÔNIO (1983). Dir.: Richard Fleischer.

 

NOTA: 8



Não há dúvidas que Amityville é uma das maiores – talvez a maior – franquia de terror do cinema. Ao todo, foram mais de dez filmes, entre as “continuações oficiais” e produções da Asylium. No entanto, a franquia tem apenas quatro filmes, lançados entre 1979 e 2017. Eu pessoalmente não considero os filmes que vieram depois de 1983, porque são todos horríveis e não tem nada a ver com a franquia original; o único que retomou a franquia foi Amityville – O Despertar, que traz a casa de volta.

 

Mas não vou falar sobre eles. Vou falar sobre o último filme da trilogia original, AMITYVILLE 3 – O DEMÔNIO, lançado em 1983 e novamente produzido por Dino de Laurentiis.

 

Ao contrário dos anteriores, aqui nós temos uma história original envolvendo a Mansão de Amityville, com pouco – ou quase nenhum – foco nos assassinatos cometidos por Ronald DeFeo em 1974.

 

Aqui, acompanhamos John Baxter, um cético repórter que compra a Mansão de Amityville após provar que um casal realiza falsas sessões espiritas. A partir daí, as coisas correm bem para ele, mas não demora muito para as manifestações acontecerem.

 

Amityville 3 foi dirigido por Richard Fleischer, que na época, estava em uma fase diferente da carreira. Aqui ele se mostra um diretor competente, e consegue tirar boas atuações do seu elenco, e cria cenas arrepiantes.

 

O elenco também não faz feio, principalmente o ator Tony Roberts, no papel do protagonista. Ele consegue passar a imagem do homem cético, que acredita somente no que é palpável. Tess Harper e Robert Joy também convencem, principalmente Harper, que interpreta a ex-esposa do protagonista, numa atuação dúbia, porque eu não sei dizer se ela concorda ou não com o divórcio; Joy interpreta o Dr. West, cientista que investiga o paranormal.

 

Devo mencionar também o elenco jovem, com as estreantes Lori Loughlin e – pasmem! – Meg Ryan, nos papeis da filha de Baxter e sua amiga, respectivamente. Em resumo, aqui, como nos outros filmes – principalmente no primeiro – temos personagens que parecem reais.

 

No entanto, o que mais chama a atenção no filme são os efeitos 3D. O longa foi produzido no auge dos efeitos 3D no cinema, onde praticamente todos os cineastas apelavam para o efeito, a fim de chamar o público. Não tenho dúvidas de que, na época, deve ter sido muito chamativo, mas, infelizmente, hoje em dia, é bem datado, principalmente por causa do fato de todos os personagens jogarem coisas na tela o tempo todo; e, conforme mencionei em Tubarão 3, quando o filme é convertido para 2D, a imagem e os efeitos ficam estranhos.

 

Na opinião, além dos efeitos 3D, temos também um pequeno problema relacionado à casa. Em certo momento, é possível ver que as tradicionais janelas foram substituídas por outras em dos lados da casa, e com isso, ao meu ver, a mesma perde parte de sua identidade.

 

Mas, mesmo com esse pequeno problema, é sempre bom ver a Mansão na tela, com suas janelas semelhantes a olhos, que chamam a atenção do espectador; além de sua presença ameaçadora e assustadora. Não há dúvidas que a Mansão se tornou a cara da trilogia.

 

Ao contrário dos dois anteriores, aqui não temos cenas carregadas de terror; ao invés disso, temos cenas levemente tensas, como por exemplo, a cena em que a personagem de Candy Clark percorre a casa com a lanterna, até o porão. É uma sequência tensa, mas não muito assustadora.

 

Realmente, parece que aqui, não temos muitas cenas memoráveis, talvez, apenas os efeitos em 3D. Talvez a mais memorável seja a sequência com a equipe de paranormais investigando a casa, até o momento em que o demônio surge e ataca o Dr. West. Mas nada disso impede o filme de ser divertido.

 

Antes de encerrar, queria deixar minha opinião em relação ao medo que a ex-esposa de Baxter tem em relação à Mansão de Amityville. Em uma cena anterior, ela se consulta com o Dr. West a respeito dos fenômenos que podem acontecer na casa; em outra, ela discute com a filha e a proíbe de visitar o pai na casa. Faltou uma cena do casal discutindo sobre a casa, principalmente após a tragédia que se abate sobre eles. Há um processo de negação por parte de Nancy, mas não há uma conversa entre eles depois disso. Eu achei que faltou isso, porque os dois primeiros filmes focavam em problemas familiares dentro da casa.

 

Amityville 3 foi lançado nos cinemas em 18/nov/1983 e foi um fracasso de bilheteria, o que levou os realizadores a produzirem as demais sequencias somente para a TV ou para o mercado de home vídeo. A franquia retornou oficialmente em 2017 com Amityville – O Despertar, que traz a Mansão de volta.

 

Foi lançado em DVD no Brasil pelas Obras-Primas do Cinema na coleção Trilogia Terror em Amityville, em versão remasterizada.

 

Enfim, Amityville 3 é um filme muito bom. Um longa bem dirigido e com ótimas atuações, além de momentos de suspense e toques sobrenaturais. Um filme muito divertido, com uma historia original para a Mansão de Amityville. Recomendado.



Créditos: Obras-Primas do Cinema


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segunda-feira, 13 de setembro de 2021

AMITYVILLE II – A POSSESSÃO (1982). Dir.: Damiano Damiani.

 

NOTA: 9



Não há duvidas que Amityville é uma das maiores – talvez a maior – franquia de terror do cinema. Ao todo, foram mais de dez filmes, entre as “continuações oficiais” e produções da Asylium. No entanto, a franquia tem apenas quatro filmes, lançados entre 1979 e 2017. Eu pessoalmente não considero os filmes que vieram depois de 1983, porque são todos horríveis e não tem nada a ver com a franquia original; o único que retomou a franquia foi Amityville – O Despertar, que traz a casa de volta.

 

Mas não vou falar sobre eles. Vou falar sobre o segundo filme da trilogia original, AMITYVILLE II – A POSSESSÃO, lançado em 1982 e produzido por Dino de Laurentiis.

 

Esse foi meu primeiro contato oficial com a franquia, porque foi o primeiro filme que assisti, numa edição lastimável de banca que vinha junto com o terceiro filme. Eu aluguei muitas vezes na locadora, antes de comprar quando estavam vendendo. E devo dizer que foi uma das experiências mais assustadoras da minha vida, não porque o filme é ruim, mas porque ele é muito assustador.

 

O filme tem tantas cenas assustadoras que é difícil dizer qual é a mais. Eu pessoalmente tenho muito medo da cena em que a entidade percorre a casa à noite, fazendo barulhos sinistros. Eu já assisti várias vezes, mas quando chega nessa cena, eu sinto arrepios na espinha. E devo citar também o confronto entre o Padre Adamsky e o garoto possuído.

 

O que torna essas cenas ainda mais assustadoras, além da direção, é a ausência de trilha sonora. Eu já comentei algumas vezes que é um fator determinante para criar um momento de tensão em um filme de terror, e aqui, isso é aproveitado com habilidade.

 

Apesar de ter sido lançado três anos depois do primeiro filme, Amityville II é considerado uma prequel, porque conta para nós o que aconteceu na casa antes dos Lutz se mudarem para lá. De fato, existem certos elementos que constatam tal afirmação, principalmente a questão da possessão demoníaca e os assassinatos numa noite de chuva. No entanto, há uma cena no início do filme onde as janelas da casa estão seladas com pregos, algo que acontece no primeiro filme. Eu honestamente não sei como interpretar isso, porque aconteceu anteriormente, então... Fica a critério de cada um. Dizem também que o walkman do filho mais velho é outro ponto contra a constatação de que é uma prequel, então...  Novamente, é difícil chegar a uma conclusão.

 

No entanto, o que podemos dizer com certeza a respeito de Amityville II, é que se trata de um filme sobre possessão demoníaca, pegando carona no sucesso do Clássico Absoluto O Exorcista (1973), ainda que tardiamente. É sério, eu acho que é o último filme que tentou entrar na onda do filme de William Friedkin, mas devo dizer que é um dos melhores. As cenas de possessão são realmente muito boas, graças à maquiagem, principalmente. Eu devo dizer que quando vi tais cenas pela primeira vez, principalmente a cena dos assassinatos, eu fiquei com muito medo, porque a maquiagem é muito boa, com tudo que tem direito, até mesmo voz alterada. É tudo muito bem feito.

 

Outro ponto que quero destacar são as atuações. Alguns atores até que entregam boas performances, mas, também existem momentos em que as atuações são sofríveis, principalmente na cena dos assassinatos.

 

Agora, além da questão da possessão demoníaca, existem questões um tanto quanto controversas, todas envolvendo a família. O pai é alcoólatra e dominador; a mãe é submissa e existe um clima de incesto entre os irmãos mais velhos. Além da família, devo destacar também o padre. Sinceramente, eu não o considero um padre honesto, sem pensamentos pecaminosos; pelo contrário, é evidente a atração sexual que ele sente pela filha mais velha, e isso fica claro na cena de exorcismo. Não sei se aqueles que assistiram ao filme tiveram a mesma impressão que eu, mas vou deixa-la aqui.

 

Antes de encerrar, devo mencionar também a trilha sonora, novamente composta por Lalo Schifrin. Sinceramente, eu prefiro muito mais a trilha sonora deste filme; é mais assustadora do que a do filme anterior – na verdade, há uma certa diferença entre as duas, até mesmo o uso do coro infantil – e isso fica mais evidente em cenas especificas, principalmente no final do filme, quando há o uso de instrumentos de corda.

E como sempre, temos excelentes tomadas da casa, principalmente de suas famosas janelas, dignas de arrepios, a marca registrada da trilogia.

 

Foi lançado em VHS e DVD – em edição de banca – no Brasil, mas estava fora de catálogo até que foi relançado em DVD pela Obras-Primas do Cinema no box Trilogia Terror em Amityville, em versão remasterizada.

 

Enfim, Amityville II – A Possessão é um filme assustador, com uma atmosfera de pesadelo que provoca arrepios no espectador. Um clima de medo enche o longa desde o começo e deixa o espectador apavorado. As cenas de possessão são muito boas e assustadoras, principalmente a cena de exorcismo, e a trilha sonora provoca arrepios sem o menor esforço. Um filme excelente.


Créditos: Obras-Primas do Cinema

 

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segunda-feira, 2 de setembro de 2019

AMITYVILLE, A CIDADE DO HORROR (1979). Dir.: Stuart Rosenberg.


NOTA: 10




AMITYVILLE, A CIDADE DO HORROR
(1979)
AMITYVILLE, A CIDADE DO HORROR (1979) é um dos filmes mais assustadores que eu já vi. Um filme brilhante, muito bem feito, que até hoje, consegue assustar sem fazer esforço.

Antes de falar sobre o filme, vou deixar claro como me tornei fã da série. Acredito que meu primeiro contato foi com as fitas VHS que eu via na locadora, quando íamos lá para alugar filmes, no fim de semana. No começo, não dava muita importância, porém, gostava muito da capa de Amityville: Uma Questão de Hora, sexto filme da franquia, e uma porcaria sem tamanho. Se não estou enganado, a locadora também tinha o segundo, batizado de Terror em Amityville (1982) e o oitavo, A Casa Maldita. Em outra locadora, provavelmente, anos antes, vi de relance o VHS do terceiro filme, focando minha atenção principalmente na enorme garra que saía de dentro da casa. Mas, apesar desse pequeno contato, não tinha interesse nenhum em assistir, talvez por ter medo. Meu interesse pela série surgiu de fato quando aluguei, na mesma locadora que frequentávamos, o DVD de Amityville 2 e Amityville 3-D, lançados em edição lastimável de banca. Aluguei e coloquei no aparelho. O resultado foi uma experiência de horror, em especial, graças ao segundo filme. Por um longo tempo, passei a alugar o DVD, mais por causa do segundo filme, até que resolvi procurar pelo primeiro, sem sucesso. Até que, numa visita a um shopping, encontrei o DVD do primeiro filme, que comprei rapidamente. Quando eu, minha mãe e meu irmão nos juntamos para assistir, o resultado também foi uma experiência de horror. A cada cena, nós pulávamos de cama e nos assustávamos. No final, eu adorei o filme, e continuo adorando até hoje.

O filme é uma adaptação do livro The Amityville Horror, do escritor e jornalista Jay Anson, lançado dois anos antes, que por sua vez, foi baseado em uma historia real ocorrida em 1975, onde o casal George e Kathy Lutz, juntamente com seus filhos, mudou-se para a mansão de Amityville, onde permaneceu por 28 dias, antes de fugir. O livro é assustador, um dos mais assustadores que já li; e o filme, não fica atrás.

Dirigido por Stuart Rosenberg, famoso por sua colaboração com o ator Paul Newman, foi produzido por Samuel Z. Arkoff, da America International Pictures (A.I.P.), que nos anos 60, foi responsável pelo lançamento de vários filmes de Roger Corman, baseados em historias de Edgar Allan Poe.

Amityville é excelente. Muito bem feito, com roteiro simples, de verdade, mas que aposta mais no terror psicológico do que no terror “visível”, vamos dizer assim. Durante toda a narrativa, o diretor Rosenberg deixa muitas coisas na base da sugestão, principalmente quando envolve as presenças sobrenaturais que rondam a casa. O melhor é que funciona.

A ambientação também contribui. Apesar da mansão ser ampla, em certos momentos, uma sensação de claustrofobia e insegurança é transmitida para o espectador. Parece mesmo que a casa não é um local seguro para aquela família, e eles precisam sair dali o mais rápido possível.

Como deu pra perceber, o filme faz parte de dois subgêneros muito populares naquela época: o terror satanista e as casas mal-assombradas. Apesar de o primeiro não estar tão evidente, o segundo está presente desde o começo. Falo de ventos que surgem de repente, portas que abrem e fecham e janelas que se fecham sozinhas. Ou seja, tudo que se pode encontrar em uma historia de casa assombrada; só faltou a presença dos fantasmas, mas, francamente, não é necessário. O aspecto satanista da historia só é revelado mais adiante, quando George decide investigar o que está acontecendo, e encontra um livro sobre o assunto.

Como já mencionado, é o tipo de filme que consegue assustar sem fazer esforço e sem apelar para jump-scares. O susto vem de repente, muitas vezes, sem trilha sonora alta, que pula na tela, como se vê nos filmes de terror atuais. O diretor cria esses momentos aos poucos, graças a cenas aparentemente inofensivas, como establishing shots da casa, tanto de dia como de noite, e também cenas de diálogos, e então, solta o terror na tela, deixando o espectador sem ar. Na primeira vez que assisti esse filme, fiquei com essa sensação. Foram momentos de puro terror.

Outro fator que contribui para o terror é a trilha sonora, composta pelo argentino Lalo Schifrin, autor da trilha sonora de Missão Impossível. Segundo o próprio, a intensão era criar algo que fosse parecido com uma canção de ninar, composta por um coro feminino. A ideia deu certo, e, na minha opinião, o tema musical é um melhores do cinema de horror; inclusive, chegou a ser indicado ao Oscar® de Melhor Trilha Sonora em 1980. É uma prova de que um filme de terror não precisa de temas pesados para ser assustador. Schifrin seria também responsável pela trilha sonora da continuação, lançada três anos depois.

Além da trilha sonora, a fotografia também ajuda a construir a atmosfera. Se durante o dia, o filme é todo colorido, à noite, a paleta de cores muda completamente, assumindo tons de azul e preto, o que deixa o filme ainda mais assustador.

O roteiro, escrito por Sandor Stern é excelente. O autor fez praticamente uma adaptação fiel do livro de Anson, apenas alterando a época da historia: no livro acontece no inverno, aqui, acontece provavelmente no outono. Mas, francamente, não muda em nada a essência da historia. Stern fez um belo trabalho, mostrando praticamente todos os dias em que os Lutz permaneceram na casa, além de mostrar a relação entre George e Kathy, e como ela vai se deteriorando a medida que ele é afetado pelas forças sobrenaturais. E como mencionei, é quase tudo na base do terror psicológico.

O modo como George é afetado pelas forças sobrenaturais é muito bem feito. Conforme ele vai sendo afetado, sua personalidade vai mudando, bem como sua aparência. De padrasto e marido amoroso, ele torna-se obcecado em arrumar a lareira e passa a se descuidar, sempre aparecendo desarrumado, com as roupas suadas e o rosto pálido. Muito boa transformação. Mas não é apenas George que é afetado; Amy, a filha de Kathy passa a interagir com uma amiga imaginaria chamada Jody, que passa a influenciá-la de maneira negativa, como mostrado na cena do armário. Esse também é outro truque do roteiro que funciona bem. Jody não aparece durante o filme; sua presença é sugerida pela cadeirinha de balanço de Amy, que está sempre em movimento. As únicas vezes em que o diretor resolve mostra-la são bem rápidas, e uma delas nos assustou tanto, que minha mãe pediu para voltar e ver de novo. Realmente, uma cena brilhante, que acontece conforme descrevi acima.

Amityville é estrelado por James Brolin, Margot Kidder (1948-2018) e Rod Steiger (1925-2002). Margot Kidder, no ano anterior, havia estrelado Superman – O Filme, de Richard Donner, ao lado de Christopher Reeve. Já Rod Steiger havia levado o Oscar® de Melhor Ator por No Calor da Noite, onde atuou ao lado de Sidney Poitier. Não sei qual era a opinião do ator sobre Amityville, mas, a atriz Margot Kidder chegou a declarar que era o pior filme que fizera, porém, anos depois, voltou atrás em sua opinião. Os atores estão muito bem em seus papéis e passam as sensações que seus personagens estão sentindo de forma autentica. Os atores-mirins também estão bem, mas, em alguns momentos, não são tão agradáveis. No elenco, também tem a presença do ator Murray Hamilton (1923-1986), no papel de um dos padres.

O filme chegou a ser lançado em VHS, com a tag “Pelo amor de Deus, fugam!” estampada na capa, com o título de A Cidade do Horror. Também chegou a ser lançado em DVD pela MGM, desta vez com o título Terror em Amityville, o que é estranho, porque também o título que o segundo filme recebeu em VHS por aqui. Ambas as edições estão fora de catálogo; mas, recentemente, foi lançado novamente em DVD pela Obras-Primas do Cinema na coleção Trilogia Terror em Amityville, juntamente com suas duas continuações oficiais, todos em versões remasterizadas e com muitos extras.

Como também mencionado, o filme ganhou várias continuações, cuja a primeira foi lançada três anos depois; o terceiro filme foi lançado no ano seguinte. A partir do quarto filme, lançado em 1989, as continuações não tiveram nenhuma relação com a historia original, e principalmente, com a Mansão Amityville. Na verdade, era apenas uma estratégia de marketing bem sem-vergonha para veicular o nome Amityville à uma serie de filmes sobrenaturais. O único dessa leva que eu assisti foi o sexto filme, Amityville: Uma Questão de Hora, no SBT, e como disse, é uma porcaria sem tamanho. A única continuação que vale a pena, é o ótimo Amityville: O Despertar, lançado em 2017. Mais recentemente, uma prequel foi produzida, The Amityville Murders, que aparentemente, foca na família que viveu na casa antes da família Lutz.

Enfim, Amityville, A Cidade do Horror é um filme excelente. Um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Uma historia apavorante, que provoca arrepios sem fazer esforço.

Muito bem recomendado.







AVISO.

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