Mostrando postagens com marcador BRASIL. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BRASIL. Mostrar todas as postagens

sábado, 6 de março de 2021

FITZCARRALDO (1982). Dir.: Werner Herzog.

 

NOTA: 10



Primeiramente, vou deixar uma coisa clara: resenhas de filmes de outros gêneros são bem-vindas neste site, apesar de seu nome. E hoje, vou dar um exemplo disso.

 

Não é novidade que grandes diretores gostam de firmar parcerias com grandes atores, justamente pela afinidade que ambos desenvolveram nas produções em que trabalharam juntos. Existem muitos casos no cinema, e a relação entre o diretor Werner Herzog e o ator Klaus Kinski é uma delas. Dessa parceria, surgiram cinco filmes, todos considerados grandes obras por críticos e cinéfilos do mundo todo. FITZCARRALDO (1982) é um desses filmes, e sem duvida, o melhor filme que ambos fizeram juntos, ao lado de Nosferatu, o Vampiro da Noite (1979), reimaginação do Clássico de F.W. Murnau.

 

Bom, dois motivos me levaram a querer ver esse filme: o primeiro foi a informação presente na contracapa do livreto lançado pela Versátil em parceria com a Folha de São Paulo, que diz que foi uma das produções mais conturbadas de todos os tempos, e que a cena do barco foi realizada sem nenhum efeito especial; o outro foi um daqueles anúncios que aparecem no YouTube, no caso o de uma faculdade, ou curso, de cinema, onde aparecem cenas de grandes filmes; e um deles em questão mostrava o ator Klaus Kinski num barco com um gramofone diante de uma floresta. Eu já havia visto esse anuncio varias vezes, e sempre me encantava com ele. Bom, por fim, resolvi colocar o filme para rodar.

 

E que experiência. Fitzcarraldo é um dos melhores filmes que já vi na minha vida, mesmo tendo visto somente uma vez. Um filme belíssimo, maravilhosamente rodado, com cenários deslumbrantes, fotografia inspirada e um elenco afiado.

 

Mesmo tendo visto somente um – até então – filme do diretor Herzog, no caso, Nosferatu, eu já tinha certo conhecimento de sua reputação como cineasta, principalmente por conta de seu desejo de realizar filmes grandiosos, onde ele tornou-se conhecido por levar seu elenco às últimas consequências; e, bom, aqui temos um exemplo. Mais detalhes sobre isso mais adiante.

 

Mesmo sendo uma produção alemã, o filme com certeza foi todo rodado na América do Sul, provavelmente no Peru, e o diretor fez um excelente trabalho com o que dispunha. As tomadas que o diretor faz da selva amazônica são de tirar o folego. A câmera de Herzog passeia pelas árvores com naturalidade impressionante, criando tomadas panorâmicas impressionantes, dignas de tirar foto e emoldurar, e também, dignas de estudo. Herzog faz uso de muita câmera alta, para mostrar a imensidão da floresta amazônica, além de mostrar a cidade peruana com os mesmos toques de mestre. Nessas sequências, o diretor faz uso da câmera normal, com os planos mais simples, mas não menos grandiosos. O verdadeiro esplendor fica para as sequências que se passam de fato na floresta. E existem muitas delas, mesmo antes do grande ato. Herzog leva seu elenco para o interior da floresta, e mostra tudo sem o menor pudor.

 

As sequencias na cidade peruana também são impressionantes. Como eu disse, Herzog não faz tanto uso de câmeras altas, mas o que ele mostra, enche os olhos. É possível ver sua habilidade em capturar imagens belíssimas, do tipo que dá vontade de fotografar e emoldurar na parede. Não sei exatamente onde Herzog filmou as sequências na cidade peruana, mas o que ele mostra é digno de nota e traz uma sensação agradável, de nostalgia, mesmo para quem não viveu naquela época.

 

No entanto, o verdadeiro espetáculo fica para as cenas no interior da selva e dentro do navio. Conforme mencionado, Herzog não poupava seu elenco e equipe de passar por perrengues, e aqui não fica longe. Ele levou todos para o interior da selva, o que deve ter obrigado a todos a enfrentar as dificuldades de se filmar em um local como aquele. Esse foi um dos inúmeros problemas que a produção enfrentou, sendo talvez o maior deles, trabalhar com três modelos em escala real do navio. A famosa sequência em que ele é arrastado para o outro lado do rio foi rodada sem nenhum efeito especial, e, assistindo ao filme, é possível perceber isso. Realmente é uma sequência de tirar o folego, onde todos os envolvidos devem ter sofrido muito para chegar ao resultado que Herzog queria. Além da famosa sequencia, as cenas dentro do barco também não ficam atrás. As tomadas que Herzog exibe são lindas, e seus ângulos de câmera também são dignos de nota. Tudo isso acompanhado pela voz de Enrico Caruso.

 

Como mencionado, o filme enfrentou sérios problemas de produção. O primeiro ocorreu quando o diretor teve que remover todos da locação em razão de uma guerra. Depois, o antigo ator principal enfrentou problemas de saúde e teve de abandonar as filmagens; o musico Mick Jagger, que tinha um papel no filme, também abandonou o projeto, em razão de uma turnê de sua banda – os Rolling Stones – o que obrigou Herzog a cortar seu personagem do filme; além disso, o diretor foi acusado de exploração dos figurantes indígenas, que sofreram ferimentos e também morreram durante as filmagens; e também ocorreram duas pequenas quedas de avião, o que resultou em ferimentos e uma causa de paralisia, e por fim, um membro da equipe foi picado por uma cobra venenosa, o que o levou a decepar o próprio pé a fim de salvar sua vida. E claro, ocorreram diversas discussões entre Herzog e Kinski durante as filmagens, o que tornou-se comum entre eles durante sua parceria.

 

Outra coisa que merece menção, é o fato de Herzog não ter pudor em mostrar a realidade da selva, principalmente dos indígenas. Estou falando de índios sem dentes, velhos, falando seu idioma natural... Tudo no mais profundo realismo. Além disso, o elenco também não foi poupado. Durante toda a sequencia do barco, os atores se sujaram de barro e lama, principalmente Kinski, o que deve ter tornado a experiência ainda mais real e mais conturbada.

 

O filme teve locações em Manaus, no Brasil, e no Peru, principalmente em Pongo de Mainique, o istmo entre os rios Urubamba e Camisea, 36 milhas à oeste de um lugar real, o istmo de Fitzcarrald.

 

Foi lançado em DVD no Brasil pela Versátil Home Vídeo em edição individual e também na coleção Cine Europeu, parceria da distribuidora com a Folha de São Paulo. Atualmente, deve estar fora de catalogo.

 

Enfim, Fitzcarraldo é um filme excelente. Uma historia épica de aventura, filmada de maneira brilhante, com tomadas e ângulos de câmera de tirar o fôlego. Um filme que mostra até onde o ser humano pode ir para realizar seus sonhos, mesmo que signifique ultrapassar os próprios limites. A parceira entre o ator Klaus Kinski e o diretor Werner Herzog rende grandes momentos e cenas memoráveis, principalmente a sequência do barco. Um dos grandes filmes do cinema europeu. Maravilhoso. 


Créditos: Versátil Home Vídeo


Acesse também:

https://livrosfilmesdehorror.home.blog/



domingo, 17 de março de 2019

TERRORES URBANOS (2018).


NOTAS DOS EPISÓDIOS:

A LOIRA DO BANHEIRO: 9 | A GANGUE DOS PALHAÇOS: 8 | O QUADRO DO MENINO QUE CHORA: 7.5 | BONECO AMIGÃO: 8 | O HOMEM DO SACO: 8


TERRORES URBANOS (2018)
Lançada no inicio de Janeiro, Terrores Urbanos é mais uma das inúmeras produções nacionais voltadas para o gênero de terror. Ao contrario das demais, “Terrores” é uma produção de TV, realizada pela Record.

Eu admito que não sou consumidor da Record, simplesmente porque não sou fã da programação da emissora; mas, admito que a série me chamou a atenção, por causa do tema: Lendas Urbanas brasileiras. Porém, antes de começar a falar sobre os 5 episódios, vou admitir: não conheço nada sobre as lendas urbanas abordadas na série.

O primeiro episódio aborda a lenda da Loira do Banheiro, uma menina que morreu no banheiro da escola enquanto matava aula. Na história, uma adolescente, que recebeu a tarefa de ser oradora da turma no final do ano, passa a ser assombrada pelo fantasma de outra garota no banheiro da escola. Intrigada, ela decide descobrir quem é a garota. As consequências são desastrosas e assustadoras – comum em todos os episódios.

O segundo episódio apresenta a história da Gangue dos Palhaços, que, segundo dizem, sequestra crianças no portão da escola. Aqui, porém, as coisas são diferentes. A moradora de um bairro rico de SP – que mantém a casa sobre vigilância constante, com câmeras de segurança – é ameaçada em sua casa pela tal gangue, que possui alguma relação com a prisão de seu marido, devido a um escândalo. O resultado é uma noite de terror e medo.

No terceiro episódio, um médico recebe um Quadro com a figura de um Menino Chorando, que, segundo um funcionário da clínica, traz desgraças para quem seu dono. No inicio, o doutor não acredita nas historias; porém, conforme o tempo vai passando, coisas estranhas começam a acontecer: ele passa a ter visões de um garotinho, e seus pacientes começam a morrer de formas horríveis. Com o tempo, ele próprio passa a ser afetado pelo tal quadro.

O penúltimo episódio conta a história de um boneco amaldiçoado. Um menino ganha de sua avó um Boneco Amigão, que fez muito sucesso nos anos 90. À primeira vista, sua mãe – que acabou de dar a luz – não acha nada de estranho. Mas, as coisas começam a mudar na vida de seu filho. Intrigada, ela decide investigar a historia do boneco e descobre coisas assustadoras sobre ele. Com medo pela vida dos seus filhos, ela tenta, de todas as formas, livrar-se do brinquedo, mas descobre que não é nada fácil afastá-lo de seu filho, uma vez que ele próprio parece afetado pelo boneco.

O último episódio apresenta a historia do Homem do Saco, que segundo dizem, sequestrava crianças malvadas. Uma vendedora de cosméticos recebe de sua irmã a tarefa de cuidar de sua sobrinha. Inicialmente relutante, devido a uma traumática experiência anterior, ela acaba aceitando. Porém, coisas estranhas começam a acontecer, como o desaparecimento de uma criança do bairro, e seus clientes passam a ter reações alérgicas aos seus produtos; ao mesmo tempo, sua sobrinha começa a comportar-se mal, e passa a atormentá-la com a lenda do Homem do Saco.

Esteticamente falando, a série foi muito bem feita. A iluminação, edição, direção, elenco e efeitos especiais são muito bons, em especial o elenco, que não se deixa cair no exagero, coisa comum nas produções de entretenimento da emissora. Os atores expressaram o medo de forma autentica, o que ajudou a aumentar a tensão dos episódios. Os roteiros também foram muito bem escritos, redondos, com começo, meio e fim. Seguindo o formato de pequenas historias, no primeiro momento, tudo parece bem, até que, rapidamente, o terror toma conta, de forma discreta no inicio, mas, conforme a historia avança, ele vai crescendo, da melhor forma. Talvez tomando emprestado as técnicas do cinema americano, a série contava muito com jump-scares, mas ao contrario dos filmes de terror atuais, a técnica funcionou. E bem.

Agora, sobre os efeitos especiais, digo o seguinte. Foram outro dos trunfos da serie, principalmente os truques de maquiagem, com destaque para o primeiro episodio – a maquiagem de fantasma da garota morta era de arrepiar!

Agora, como copiar o trabalho dos outros não é novidade, os realizadores da série fizeram isso com certeza. Sério. Principalmente nos dois últimos episódios. O tal “Boneco Amigão” foi claramente inspirado no Chucky, tanto no nome quanto na aparência – o sorriso é praticamente idêntico! A própria estrutura do episodio também parece ter sido xerocada, principalmente do primeiro filme da série Brinquedo Assassino: em certo momento, a silhueta do menino correndo pelo corredor lembra, e muito, a cena do primeiro assassinato no filme de 1988. Agora, a piada foi deixada para o último episodio. O tal “Homem do Saco” é cópia escarrada do assassino de Seis Mulheres para o Assassino (1964), do Maestro Mario Bava! Sério! Enquanto assistia ao episodio, eu só pensava que estava assistindo a um Giallo!!!! Tive vontade de rir!!! Em tempo: o segundo episódio me fez lembrar – e muito – Os Estranhos ou a série Uma Noite de Crimes, uma vez que a trama se passa praticamente na casa.

Em compensação, o medo tomou conta de mim o tempo inteiro. Desde o primeiro episodio. Acho que desde Trilogia do Terror (1968), nunca tive tanto medo numa produção de horror brasileira!

Outra coisa que me chamou a atenção foi o fato de todos os personagens da série terem problemas. A começar pela protagonista do primeiro episodio: dominada por uma mãe exigente e perfeccionista. A protagonista do primeiro episódio tem problemas psicológicos, sofre nas mãos do filho rebelde – e assustador – e do marido corrupto, pra completar, sofre de Clourofobia (medo de palhaços)! O medico do terceiro episódio perdeu um garotinho para o câncer e ao que parece, passou a perna no antigo sócio. A protagonista do penúltimo episódio tenta, a todo custo, ser a esposa e mãe perfeitas, sofre com a rejeição da sogra, e, tem problemas de amamentação. E por fim, a mocinha do último episodio, perdeu o garotinho de quem tomava conta e vive atormentada pelo peso da culpa. Em suma, todos são vítimas fáceis para o sobrenatural – não que o sobrenatural também não escolha as “pessoas perfeitas”.

Os coadjuvantes também não ficam atrás. O filho da protagonista do Episódio 2 é assustador, mesmo, e consegue ser pior que os palhaços. O Homem do Saco também não fica atrás.

E por fim, os episódios são cheios de surpresas, mas, não vou entregar, pra não dar spoilers.


Enfim, Terrores Urbanos foi uma das melhores séries que assisti nesse começo de ano. Muito boa. Super bem feita. Assustadora.


O MONSTRO DA LAGOA NEGRA (1954). Dir.: Jack Arnold.


Resenha publicada em homenagem à atriz Julia Adams, que faleceu em Fevereiro.

NOTA: 10


O MONSTRO DA LAGOA NEGRA (1954)
Lançado na década de 50, O MONSTRO DA LAGOA NEGRA encerra o ciclo dos Monstros Clássicos da Universal, que começou em 1931, com Drácula, dirigido por Tod Browning e estrelado por Bela Lugosi. Diferente de seus antecessores, o filme não aposta no horror gótico, e, sim, em uma trama de ficção científica ambientada no Rio Amazonas, no Brasil. 

Mas, mesmo apostando na ficção científica, o filme também é um exemplar do gênero de horror, com direito a cenas verdadeiramente assustadoras e clima de tensão onipresente. As cenas envolvendo o Homem-Guelra são as melhores do filme, e, com certeza, as mais memoráveis; aliás, o Monstro é o grande destaque, com seu visual clássico e inigualável. Mesmo depois de quase 70 anos, o design do personagem-título ainda impressiona, e supera toda e qualquer criatura digital do cinema atual.

O que também o torna um dos filmes mais assustadores de todos os tempos, é o clima de suspense, construído de forma eficiente e simples, mas que consegue fazer qualquer um dar um pulo. As cenas submarinas também não ficam atrás, e, mesmo em preto e branco, são maravilhosas e muito bem filmadas.
E, de certa forma, toda essa beleza ajuda na construção e atmosfera, uma vez que alguns momentos, é fácil esquecer que se trata de um filme de terror. E como todo filme de terror, os momentos assustadores enchem a tela, com destaque para a cena em que o Monstro ataca dois mergulhadores embaixo d´água. Uma sequencia muito bem dirigida e sufocante.

Além do protagonista anfíbio, os protagonistas humanos também não ficam atrás, com destaque para o trio de cientistas. Julia Adams está maravilhosa como a estrela Kay Lawrence, que desperta o interesse romântico do Monstro, bem como o dos dois personagens principais, os cientistas David Reed e Mark Williams. Ambos passam o filme inteiro disputando entre si a atenção e o amor da cientista, que mostra-se claramente dividida entre eles.
O filme também se encaixa no perfil clássico da historia da Fera que se apaixona pela Bela, onde também o verdadeiro vilão da historia não é o monstro em si. E aqui, a coisa é mostrada com clareza. Williams é o típico personagem que não se importa com a segurança dos demais, e está disposto a tudo para obter sucesso na expedição. Tudo mesmo.

O MONSTRO DA LAGOA NEGRA foi dirigido por Jack Arnold, e é um de seus filmes mais lembrados, ao lado de Tarântula (1955) e O Incrível Homem que Encolheu (1957), este último baseado em um livro de Richard Matheson. A produção foi marcada por momentos difíceis, principalmente aqueles envolvendo os interpretes do Monstro; os atores tiveram problemas com os trajes de borracha da Criatura, principalmente o ator Ben Chapman, que interpretou o Monstro quando ele estava fora d’água.

Outros pontos memoráveis – talvez os mais memoráveis – sejam a trilha sonora, com seu tema onipresente, composta por Henry Mancini, Hans J. Salter e Herman Stein. O tema toca em praticamente todas as cenas em que o Monstro surge na tela, mesmo que por poucos segundos. Sem dúvida, é um dos temas mais lembrados do cinema de horror. Outro momento inesquecível é a Clássica cena de nado sincronizado, protagonizada por Kay e o Monstro. Com certeza, é a cena que mais define o longa, uma vez que também é uma das mais bonitas. É possível perceber que a protagonista chamou a atenção da Criatura, e ela rapidamente se encanta por ela, demonstrando, inclusive receio de se aproximar. Uma clássica cena de amor.

O filme teve outras duas continuações, a primeira novamente dirigida por Jack Arnold, onde o Monstro escapa de um parque aquático na Florida e toca o terror. Hoje, talvez o filme seja mais lembrado por ser um dos primeiros do astro Clint Eastwood, em uma ponta não-creditada. O terceiro filme mostra o Monstro mais humano, após sofrer uma cirurgia de emergência. Infelizmente, nenhum dos filmes foi lançado no Brasil.

O MONSTRO DA LAGOA NEGRA é um dos filmes de monstros mais lembrados de todos os tempos, ao lado de King Kong e Godzilla. Um dos maiores clássicos do cinema, com certeza, serviu de inspiração para diversos filmes de criaturas, marinhas ou não. O Homem-Guelra, e seus amigos do Ciclo Clássico da Universal, foram homenageados pelo diretor Fred Dekker no seu clássico Deu a Louca nos Monstros (1987), e, por alguma razão, o tema musical do filme está presente no filme Godzilla Vs. King Kong (1962), o que deixou o filme ainda mais divertido.

A melhor homenagem ao filme foi feita por Guillermo del Toro em A Forma da Água (2017). Fã declarado do clássico, del Toro inspirou-se claramente na trama do monstro que se apaixona pela mocinha, e criou uma belíssima história de amor, que levou o merecido Oscar® de Melhor Filme em 2018.

Um Clássico do Cinema. Um filme maravilhoso. Uma obra fantástica.




AVISO.

  O LIVROS & FILMES DE HORROR está em recesso. Obrigado.